Dai Dias, Luana, Marcos Crispim e Maria da Consolação assumirão cadeiras deixadas por parlamentares eleitos para outros cargos
As eleições de 2026 vão provocar mudanças na composição da Câmara Municipal de Belo Horizonte (CMBH). Quatro vereadores eleitos em 2024 deixarão o Legislativo municipal após serem eleitos para a Assembleia Legislativa de Minas Gerais (ALMG) ou para a Câmara dos Deputados. As vagas serão ocupadas pelos respectivos suplentes dos partidos ou federações.
Flávia Borja (Pode), Iza Lourença (Psol) e Pablo Almeida (PL) foram eleitos para o Legislativo estadual, enquanto Pedro Rousseff (PT) conquistou uma cadeira na Câmara dos Deputados. Os quatro poderão exercer normalmente o mandato de vereador até 31 de janeiro de 2027, já que a posse nos novos cargos ocorrerá em 1º de fevereiro.
Quatro suplentes assumirão as cadeiras
A primeira suplente do PL, Dai Dias, ocupará a vaga de Pablo Almeida. Daiane Dias Costa recebeu 5.693 votos na eleição municipal de 2024. Nascida em Belo Horizonte, em 1989, ela possui ensino superior incompleto e declarou-se parda.
Marcos Crispim assumirá a cadeira de Flávia Borja. Marco Antonio Crispim recebeu 8.727 votos em 2024 e terminou a eleição como suplente pelo DC. A vaga permanece vinculada ao partido pelo qual Borja foi eleita, embora posteriormente tenha migrado para o Pode. Crispim nasceu em Belo Horizonte, em 1976, possui ensino médio completo e declarou-se preto.
A vaga de Iza Lourença será ocupada por Maria da Consolação. Nas eleições municipais de 2024, ela disputou pelo Psol/Rede e recebeu 5.269 votos. Nascida em Belo Horizonte, em 1963, Maria da Consolação Rocha é servidora pública aposentada, possui ensino superior completo e declarou-se parda.
Já a cadeira de Pedro Rousseff será ocupada por Luana de Lima Souza, que obteve 6.495 votos em 2024 pela Federação Brasil da Esperança, formada por PT, PCdoB e PV. Nascida em Belo Horizonte em 1995, Luana possui ensino médio completo e já disputou eleições para deputada estadual e vice-prefeita da capital.
Como funciona a substituição dos vereadores
Segundo a legislação eleitoral brasileira, os mandatos conquistados pelo sistema proporcional pertencem ao partido político ou à federação partidária. Assim, quando um vereador deixa o cargo, a cadeira é destinada ao candidato não eleito mais votado dentro da mesma sigla ou federação nas eleições municipais de 2024.
A convocação dos suplentes deve ocorrer em até 48 horas após a vacância. A posse deve acontecer em até 30 dias, com possibilidade de prorrogação, uma única vez, por no máximo outros 30 dias.
A mudança altera a composição da Câmara de BH a partir da movimentação provocada pelas eleições de 2026 e mantém as cadeiras vinculadas às respectivas legendas ou federações que participaram do pleito municipal de 2024.

Formado em Comunicação Social pela Estácio BH, bacharel em Publicidade & Propaganda, é jornalista por opção. Fundador do Jornal & Portal COMUNIDADE EM AÇÃO (1996) Ainda menor de idade trabalhou do Departamento de Relações Públicas do Incra, despertando para o jornalismo. Atuou no marketing/vendas da ANTÁRCTICA, em seguida no marketing da COCA-COLA / KAIZER, PEPSI-COLA e AMBEV. Na Câmara Municipal de Belo Horizonte (CMBH) foi assessor de vereadores e membro do Colegiado de Comunicação.
