Reação a comentários internacionais
Após uma vitória apertada por 2 a 1 contra o Japão, Matheus Cunha, uma das esperanças do ataque brasileiro, encontrou-se no centro de uma pequena polêmica. Durante a partida, ele foi visto fazendo um gesto com a mão em direção ao japonês Kento Shiogai. O gesto, interpretado como uma resposta a um comentário do jogador japonês sobre o Brasil não ser mais o mesmo de antigamente, ganhou destaque. Shiogai, antes do confronto, havia subestimado a equipe brasileira, o que Cunha considerou desrespeitoso.
Embora a reação ao comentário de Shiogai tenha sido forte, Matheus Cunha demonstrou um comportamento mais diplomático ao lidar com declarações de respeito feitas por figuras do futebol internacional como Lionel Scaloni, técnico da Argentina, e Erling Haaland, astro norueguês. Ambos elogiaram a seleção brasileira, destacando seu potencial e a dificuldade de enfrentá-los na Copa do Mundo.
Elogios e desafios
Em uma entrevista coletiva realizada no hotel onde a seleção está hospedada em Nova Jersey, Matheus Cunha expressou sua gratidão pelo reconhecimento vindo de Haaland. ‘Ele é um grande nome no futebol e é gratificante saber que ele respeita nossa seleção’, comentou o atacante, que também retribuiu o respeito pelo jogador norueguês e sua equipe.
Sobre as palavras de Scaloni, Cunha destacou o constante reconhecimento do treinador argentino em relação ao desafio de enfrentar o Brasil. Para ele, esses elogios servem como motivação, mas não como garantia de vitória. ‘O que importa é o que mostramos em campo’, destacou o atacante.
Evolução da Seleção Brasileira
Matheus Cunha aproveitou para destacar a trajetória de evolução da seleção brasileira ao longo da Copa. Após um início morno com um empate por 1 a 1 contra o Marrocos, o time rapidamente encontrou seu ritmo. Isso foi evidenciado pelas vitórias convincentes sobre o Haiti e a Escócia, seguidas pelo triunfo sobre o Japão.
Apesar disso, Cunha rechaçou qualquer ideia de favoritismo, enfatizando que a confiança não pode ser confundida com certeza de vitória. ‘Favoritismo não ajuda em campo, é preciso mostrar trabalho e compromisso’, afirmou o atacante, reforçando a necessidade de manter a humildade e o foco.
Preparativos para enfrentar a Noruega
Para o confronto contra a Noruega, nas oitavas de final, o Brasil enfrenta o desafio de jogar sem Lucas Paquetá, que sofreu uma lesão no último jogo. O técnico Carlo Ancelotti terá que considerar suas opções, que incluem Endrick, Danilo Santos, Gabriel Martinelli e Neymar, para preencher essa lacuna.
Cunha destacou a importância de Paquetá para a equipe, especialmente em termos de entrosamento e dinâmica de jogo. Ele também comentou sobre a versatilidade dos possíveis substitutos e como isso pode afetar sua própria posição em campo. ‘Vou precisar me adaptar a diferentes funções, mas estou disposto a fazer o que for necessário para o bem da equipe’, reafirmou o atacante.
Favoritismo não ajuda em campo, é preciso mostrar trabalho e compromisso.

Formado em Comunicação Social pela Estácio BH, bacharel em Publicidade & Propaganda, é jornalista por opção. Fundador do Jornal & Portal COMUNIDADE EM AÇÃO (1996) Ainda menor de idade trabalhou do Departamento de Relações Públicas do Incra, despertando para o jornalismo. Atuou no marketing/vendas da ANTÁRCTICA, em seguida no marketing da COCA-COLA / KAIZER, PEPSI-COLA e AMBEV. Na Câmara Municipal de Belo Horizonte (CMBH) foi assessor de vereadores e membro do Colegiado de Comunicação.
