Doze anos depois, em 1950, o Uruguai venceu por 2 a 1 a partida decisiva do quadrangular final no Maracanã e ficou com o título

Brasil eliminado: tradição de algozes no pódio da Copa do Mundo é interrompida em 2026

Noruega elimina a Seleção Brasileira nas oitavas de final, mas cai nas quartas e encerra uma sequência histórica em Mundiais

A eliminação do Brasil na Copa do Mundo de 2026 marcou não apenas o fim da campanha da Seleção Brasileira no torneio, mas também a quebra de uma sequência histórica registrada em edições anteriores do Mundial. Depois de vencer o Brasil nas oitavas de final, a Noruega acabou eliminada nas quartas de final pela Inglaterra, encerrando uma tradição na qual os algozes brasileiros costumavam terminar a competição entre os três primeiros colocados.

A derrota brasileira para a Noruega aconteceu nas oitavas de final da Copa do Mundo de 2026. Com a vitória, os noruegueses avançaram às quartas de final, onde enfrentaram a Inglaterra. Na fase seguinte, porém, a equipe foi derrotada e deu adeus ao torneio, tornando-se a primeira seleção, em décadas, a eliminar o Brasil e não alcançar o pódio da competição.

Brasil e Noroega
Em 2026, a Noruega não chegou ao pódio e quebrou uma marca de quase nove décadas: da Itália de 1938 à Croácia de 2022, toda seleção que eliminou o Brasil terminou a Copa do Mundo da FIFA™ entre as três primeiras colocadas Foto: Fifa | Divulgação

Ao longo das últimas edições da Copa do Mundo, tornou-se recorrente que a seleção responsável por eliminar o Brasil terminasse o torneio entre as três melhores colocadas. Esse histórico reforçava o nível das equipes que superavam a Seleção Brasileira nas fases decisivas da competição.

Na Copa do Mundo de 2026, esse cenário foi diferente. Embora tenha conseguido eliminar o Brasil nas oitavas de final, a Noruega não manteve a trajetória vencedora até as fases finais. A equipe foi superada pela Inglaterra nas quartas de final e ficou fora tanto da decisão pelo título quanto da disputa pelo terceiro lugar.

Com isso, foi interrompida uma sequência que se repetia em Mundiais anteriores e que frequentemente associava a eliminação brasileira ao desempenho consistente de seus adversários até as últimas partidas da competição.

Depois de superar o Brasil, a Noruega chegou às quartas de final cercada de expectativa pela possibilidade de continuar surpreendendo na Copa do Mundo. No entanto, encontrou pela frente a Inglaterra, que venceu o confronto e garantiu vaga entre os quatro semifinalistas do torneio.

O resultado encerrou a participação norueguesa e impediu que a seleção alcançasse o pódio da competição. Dessa forma, o Mundial de 2026 passou a registrar um fato inédito dentro dessa sequência histórica envolvendo os adversários da Seleção Brasileira.

A derrota para a Noruega também definiu a campanha brasileira na Copa do Mundo de 2026. A Seleção encerrou sua participação ainda nas oitavas de final, sem conseguir avançar para a fase de quartas de final.

O resultado colocou fim à caminhada do Brasil no torneio e abriu espaço para que outras seleções seguissem na disputa pelo título mundial.

Enquanto isso, a competição prosseguiu com a definição dos semifinalistas, entre eles a própria Inglaterra, responsável por eliminar a Noruega, mantendo viva a disputa pelo troféu da Copa do Mundo.

Mais do que um dado histórico, o encerramento dessa sequência representa uma curiosidade estatística da Copa do Mundo de 2026. O desempenho da Noruega mostrou que eliminar uma das seleções mais tradicionais do futebol mundial não garante, necessariamente, presença entre os três melhores do torneio.

A campanha norueguesa ficará marcada por eliminar o Brasil em uma fase decisiva, mas também por interromper uma tendência observada em edições anteriores da Copa do Mundo.

Para a Seleção Brasileira, a eliminação precoce amplia o debate sobre o desempenho da equipe na competição, enquanto o Mundial segue com novos confrontos até a definição do campeão.

A quebra dessa sequência histórica passa a integrar os registros da Copa do Mundo de 2026 como um dos fatos curiosos do torneio, demonstrando que cada edição do Mundial pode produzir novos cenários e encerrar marcas que permaneceram por vários anos.