Alunos de graduação (em fase final) e pós-graduação dos países do bloco BRICS — Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul.

UFMG Sedia Escola Jurídica BRICS 2025: Estudantes Internacionais Discutem Inteligência Artificial, Clima e Reforma da ONU

A Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) vai receber, entre os dias 4 e 9 de agosto, estudantes internacionais para a Escola de Estudos Jurídicos BRICS 2025. O evento, promovido pela Diretoria de Relações Internacionais (DRI) da instituição, acontecerá no campus Pampulha e reunirá alunos de graduação (em fase final) e pós-graduação dos países do bloco BRICS — Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul.

Durante uma semana, os participantes irão se debruçar sobre o tema “Fortalecendo a Cooperação do Sul Global para uma Governança Mais Inclusiva e Sustentável”. A programação inclui palestras, estudos de caso, mesas-redondas e workshops com diplomatas, formuladores de políticas públicas e professores da UFMG e das universidades co-patrocinadoras.

A Escola é fruto da parceria com instituições renomadas, como a Higher School of Economics, a Universidade MGIMO, a Universidade Estadual de São Petersburgo e a Academia Presidencial da Rússia, além de universidades da China, Índia e África do Sul. O programa oferece uma imersão nos sistemas jurídicos dos países fundadores do BRICS, incentivando o debate crítico sobre questões jurídicas globais e promovendo a cooperação entre os países do Sul Global.

Com foco em temas prioritários para o bloco — como inteligência artificial, mudanças climáticas e reforma da ONU —, os participantes também vivenciarão simulações de negociações jurídicas internacionais e julgamentos simulados em disputas transnacionais, adquirindo experiência prática nos processos legais multilaterais.

O encerramento do programa acontece com uma visita técnica a Ouro Preto, cidade histórica de Minas Gerais e Patrimônio Mundial da Unesco. Reconhecida por sua relevância na mineração colonial e no desenvolvimento de estruturas legais no Brasil, Ouro Preto será o ponto de partida para reflexões sobre o impacto da exploração econômica na organização social e jurídica ao longo da história.

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