Economia Solidária Popular

Economia Popular Solidária encerra 2025 com cinco feiras em diferentes bairros de BH

A Economia Popular Solidária encerra o calendário de 2025 em Belo Horizonte com a realização de cinco feiras neste fim de semana. A iniciativa é promovida pela Prefeitura de Belo Horizonte e acontece no sábado, dia 27, e no domingo, em diferentes bairros da capital. A programação marca o fechamento anual do programa, que ao longo de 2025 reuniu centenas de empreendedores, movimentou a economia local e atraiu milhares de visitantes.

No sábado (27), as feiras da Economia Popular Solidária ocorrem em três regiões da cidade. No Conjunto IAPI, no Bairro São Cristóvão, a feira será realizada na Rua Correa Neto, 43, das 15h às 21h. No Bairro Planalto, o evento acontece na Rua Professor Gentil Sales, 31, com horário estendido, das 12h às 22h. Já no Bairro São Gabriel, a feira será na Rua Codajás, 45, das 10h às 17h.

No domingo, a programação continua com duas feiras. No Bairro Carlos Prates, os moradores poderão visitar a feira na Praça São Francisco das Chagas, das 9h às 15h. No Bairro Vitória, a atividade ocorre na Rua Lourdes Gonçalves Barbosa, 765, das 9h às 16h. As cinco feiras encerram oficialmente o ciclo anual do programa em 2025.

Encerramento do calendário anual da Economia Popular Solidária

Segundo a Subsecretaria do Trabalho e Emprego (Sute), vinculada à Secretaria Municipal de Desenvolvimento Econômico, Trabalho e Relações Internacionais (SMDE), o ano de 2025 foi marcado pela ampla participação de empreendedores no programa de Economia Popular Solidária. Ao todo, cerca de 800 empreendedores participaram das feiras realizadas ao longo do ano em diversos pontos de Belo Horizonte.

Esses espaços permitiram que os participantes expusessem e comercializassem seus produtos diretamente ao público, fortalecendo iniciativas coletivas de geração de renda. As feiras funcionaram como vitrines para diferentes formas de produção, além de promoverem o contato direto entre produtores e consumidores.

Feiras movimentaram visitantes e geração de renda

Ao longo de 2025, as feiras da Economia Popular Solidária registraram aproximadamente 10 mil visitantes. A circulação de público contribuiu para uma movimentação financeira estimada em cerca de R$ 800 mil, resultado da comercialização de uma ampla variedade de produtos.

Entre os itens ofertados nas feiras estiveram artesanatos, confecções, pinturas, cosméticos, vestuários e comidas tradicionais. A diversidade de produtos reflete o perfil dos empreendimentos participantes e o caráter plural das feiras, que reúnem diferentes formas de expressão produtiva e cultural.

Modelo coletivo orienta organização dos empreendimentos

Os participantes das feiras da Economia Popular Solidária seguem um modelo específico de organização da produção e da comercialização. Os empreendimentos são estruturados de forma coletiva, baseados em princípios como gestão compartilhada e autogestão.

Esse formato orienta desde a produção até a venda dos produtos, reforçando a cooperação entre os participantes. Além disso, os empreendimentos adotam práticas alinhadas ao desenvolvimento sustentável e à preservação do meio ambiente, valores que norteiam a atuação do programa ao longo do ano.

Autogestão e sustentabilidade como diretrizes

A lógica da Economia Popular Solidária prioriza a tomada de decisões de forma conjunta, permitindo que os próprios participantes definam os rumos de seus empreendimentos. A autogestão fortalece o envolvimento direto dos trabalhadores em todas as etapas do processo produtivo.

Ao mesmo tempo, a preocupação com a sustentabilidade e com a preservação ambiental orienta a escolha de materiais, métodos de produção e formas de comercialização. Esses princípios estão presentes nas feiras realizadas neste fim de semana e em toda a programação desenvolvida ao longo de 2025.

Importância das feiras para os bairros de Belo Horizonte

A realização das feiras em diferentes bairros amplia o acesso da população às atividades da Economia Popular Solidária. Ao ocupar ruas, praças e espaços públicos, o programa contribui para dinamizar a vida comunitária e estimular o comércio local.

Além disso, a descentralização das feiras permite que moradores de diversas regiões tenham contato direto com os empreendedores, fortalecendo redes de consumo local e valorizando a produção feita na própria cidade. O encerramento do ano com cinco feiras reforça essa proposta de aproximação com a comunidade.

Relevância social do encerramento do programa em 2025

O fechamento do calendário anual da Economia Popular Solidária com cinco feiras concentradas em um único fim de semana evidencia o alcance do programa em Belo Horizonte. Os números registrados em 2025 mostram a capacidade das feiras de gerar renda, atrair público e consolidar práticas coletivas de trabalho.

Mais do que a comercialização de produtos, as feiras representam espaços de encontro, troca de experiências e fortalecimento da economia local. O encerramento do ano reafirma a importância do programa como instrumento de apoio aos empreendedores e de incentivo a modelos econômicos baseados na cooperação e na sustentabilidade.